A OMUNGA ligou a campanha "NÃO PARTAM A MINHA CASA" à International Aliance of Inhabitants (IAI). Por isso já podes também acompanhar informações sobre o assunto em http://por.habitants.org/.
O primeiro artigo publicado a 04 de Abril de 2010, é intitulado como GOVERNO IMPEDE ABUSIVAMENTE AS MARCHAS - http://por.habitants.org/espaco_de_moradores_organizados/governo_impede_abusivamente_as_marchas
04/04/2010
NÃO PARTAM A MINHA CASA NO CLUB K
Algumas notícias publicadas no Club K:
GOVERNO DE BENGUELA VOLTA A PROIBIR SEGUNDA MANIFESTAÇÃO DA OMUNGA -
http://www.club-k-angola.com/index.php/secoes/em-destaque/4877-governo-de-benguela-volta-a-proibir-segunda-vez-manifestacao-da-omunga.html
OMUNGA PROCESSA GOVERNADOR DE BENGUELA POR ABUSO DE AUTORIDADE - http://www.club-k-angola.com/index.php/secoes/em-destaque/4881-omunga-processa-governador-de-benguela-por-abuso-de-autoridade.html
GOVERNO DE BENGUELA VOLTA A PROIBIR SEGUNDA MANIFESTAÇÃO DA OMUNGA -
http://www.club-k-angola.com/index.php/secoes/em-destaque/4877-governo-de-benguela-volta-a-proibir-segunda-vez-manifestacao-da-omunga.html
OMUNGA PROCESSA GOVERNADOR DE BENGUELA POR ABUSO DE AUTORIDADE - http://www.club-k-angola.com/index.php/secoes/em-destaque/4881-omunga-processa-governador-de-benguela-por-abuso-de-autoridade.html
QUEM VEIO PRIMEIRO: O ESTADO OU OS POVOS?
No dia 4 de Abril de 2010 16:49,
Rosa Mayunga escreveu:
Caros(as)
Amigos(as)
José Patrocínio
Coordenadores OMUNGA
Rosa Mayunga escreveu:
Caros(as)
Amigos(as)
José Patrocínio
Coordenadores OMUNGA
Agradeço mais uma vez a informação actualizada. Ouvi atentamente a entrevista que o Senhor Governador da Huíla deu à Voz da América. Tenha ele os poderes que tiver, tenham os cidadãos construído em áreas do Governo ou não, tenha ele comunicado aos demais representantes de entidades públicas, Governamentais e Não Governamentais, um Governo não pode agir com prepotência, insensibilidade e falta de responsabilidade. O País viveu 30anos de guerra não pela responsabilidade dos Povos. Sanada a guerra é fundamental que se criem condições para o desenvolvimento do País, mas com regras, salvaguardando os direitos dos Povos. Se ele afirma que o seu Governo assumiu poderes nas eleições 2008, não pode dizer que os Cidadãos que viviam há mais tempo nos locais em causa desobedeceram ordens construindo em locais de reserva do Estado, que reservas do Estado? Porventura a terra e os Povos surgiram depois do Estado, ou na verdade é o contrário? Os Povos de Angola só elegeram este Estado em 2008, e este Estado deve respeitar quem protegeu o País e lhes deu o Poder para hoje Governarem.
Se os Povos mesmo poucos deixassem de existir em Angola no tempo da maldita guerra dos 30 anos, hoje certamente não teríamos Angola! Não percebo a preocupação deste Governo com a construção de casas de baixo de linhas de alta tensão, entendo ser um perigo para Saúde Pública, se esta é preocupaçao do Governo como pode manter um T de alta tensão numa escola onde por dia recebe centenas de Crianças com os riscos inerentes (Falo da Escola da Cuca N.º143 em Luanda)? Uma manifestação, uma marcha sejam quais forem as reivindicações que os Povos decidirem para "orientar" os Governantes é legítimo, pois foram os Povos que deram o Poder que está a ser abusado. Os Povos têm o direito e obrigação de defenderem os seus direitos e a imagem do País, quando os Governantes falham e quando a oposição é praticamente nula.
Meus Caros, a marcha deve seguir em frente e não há que temer coisa alguma, não haverá nada que estes maus Governantes façam aos Povos, para além da insensibilidade e prepotência já demonstrada. O mundo está atento ao desenrolar de tudo isso, nós não nos calaremos, está em causa a defesa das Bases da Nação que são os seus Povos e isto é suficiente para que se tome esta posição. Os Governos mudam mas os Povos continuam, e renovam o Poder da Integridade territorial com as novas gerações.
Quero desejar-vos uma Feliz Pascoa, dentro das possibilidades, estamos juntos e Força.Rosa Mayunga
A OMUNGA JÁ ASSINOU, FAZ TU TAMBÉM
Não para a Pena de Morte para Gays na Uganda
Eu acabei de assinar uma petição pedindo ao governo da Uganda para desistir da proposta de lei anti-gay que pode condenar homossexuais a prisão ou pena de morte. Eu pensei que você gostaria de se juntar a mim - já que só temos mais alguns dias até a entrega desta petição. Leia mais e assine a petição abaixo:
http://www.avaaz.org/po/uganda_rights/98.php?CLICK_TF_TRACK
Obrigado!
--------
Caros amigos,
O parlamento da Uganda está se preparando para passar uma nova lei brutal, que punirá gays com sentenças de prisão e até pena de morte.
Críticas internacionais levaram o presidente a pedir uma revisão da lei, mas após forte lobby por extremistas, a lei parece estar pronta para votação -- ameaçando gerar perseguição e derramamento de sangue.
Oposição à lei está crescendo, inclusive da Igreja Anglicana. O ativista de direitos gays na Uganda, Frank Mugisha, diz que "Esta lei nos colocará em grande perigo. Por favor, assine a petição e diga a outros para se juntarem a nós. Caso haja uma grande resposta global, nosso governo verá que a Uganda será isolada no cenário internacional, e não passará a lei".
É esperado que uma decisão seja tomada nos próximos dias, e só uma onda de pressão global será suficiente para salvar Frank e muitos outros. A petição global para impedir a lei de morte para gays já ultrapassou 340.000 assinaturas em menos de uma semana, clique abaixo para assinar e depois divulgue:
http://www.avaaz.org/po/uganda_rights/98.php?CLICK_TF_TRACK
Essa petição será entregue esta semana ao Presidente Museveni e o parlamento da Uganda até o final desta semana por líderes da sociedade civil e religiosos. O governo já desautorizou uma marcha por extremistas anti-gay esta semana portanto isto mostra que a pressão internacional está funcionando!
A lei propõe prisão perpétua para qualquer um acusado de ter uma relação com alguém do mesmo sexo, e pena de morte para quem cometer esse "crime" mais de uma vez. ONGs que trabalham para impedir maior contaminação por HIV podem ser condenadas a até 7 anos de prisão por "promover homossexualidade". Outras pessoas podem ser condenadas a até 3 anos de prisão por deixarem de avisar as autoridades da existência de atividades homossexuais dentro de 24 horas!
Quem apoia o projeto de lei diz defender a cultura nacional, mas uma das maiores oposições vem de dentr do próprio país. O Reverendo Canon Gideon Byamugisha é um dos muitos que nos escreveram - ele disse que essa lei:
"Está violando a nossa cultura, tradição e valores religiosos que não apoiam intolerância, injustiça, ódio e violência. Nós precisamos de leis para proteger as pessoas, não para perseguí-las, humilhá-las, ridicularizá-las e matá-las em massa."
Ao rejeitar essa perigosa lei e apoiar a oposição nós podemos ajudar a criar um precedente crucial. Vamos ajudar a criar um apoio em massa aos defensores de direitos humanos na Uganda, e salvar a vida de muitos ao impedir que essa lei passe -- assine agora e avisa seus amigos e familiares:
http://www.avaaz.org/po/uganda_rights/98.php?CLICK_TF_TRACK
Com esperança e determinação,
Alice, Ricken, Ben, Paul, Benjamin, Pascal, Raluca, Graziela e toda a equipe Avaaz
-------------------
SOLIDARIEDADE VEM DO BANGLADESH
Soliderity against of massive demolitions and forced evictions carried out by different provincial governments of Angola.
2010/4/4
Abu Rayhan Al-Beeroonee
-- Abu Rayhan Al-Beeroonee
Executive Director, Shelter for the Poor,
Street Address:
House:20/28 [Ground Floor], Block-B, Babar Road, Mohammadpur, Dhaka-1207, Bangladesh
Blogsite: http://shelterforthepoor.blogspot.com/
Website: www.shelterforthepoor.org albeeroonee@shelterforthepoor.org
Phone/ Fax:+88-02-9138862, Cell:88-01715-259048
We are Member of:
Habitat International Coalition-HIC
International Alliance of Inhabitants-IAI
LOCOA
Housing & Land Rights Network-HLRN
Women and Habitat Network-WaHN
Association of Development Agencies in Bangladesh-ADAB
2010/4/4
Abu Rayhan Al-Beeroonee
-- Abu Rayhan Al-Beeroonee
Executive Director, Shelter for the Poor,
Street Address:
House:20/28 [Ground Floor], Block-B, Babar Road, Mohammadpur, Dhaka-1207, Bangladesh
Blogsite: http://shelterforthepoor.blogspot.com/
Website: www.shelterforthepoor.org albeeroonee@shelterforthepoor.org
Phone/ Fax:+88-02-9138862, Cell:88-01715-259048
We are Member of:
Habitat International Coalition-HIC
International Alliance of Inhabitants-IAI
LOCOA
Housing & Land Rights Network-HLRN
Women and Habitat Network-WaHN
Association of Development Agencies in Bangladesh-ADAB
03/04/2010
A VOZ DOS MAIS FRACOS E DESFAVORECIDOS (José Amaral)
Obrigado!
Tendo consciência que a luta pelos direitos e liberdades dos cidadãos no nosso País será longa e difícil, louvo, na sua pessoa, a intrepidez da OMUNGA ao fazer ouvir a voz dos mais fracos e desfavorecidos por tão justa causa, à qual me associo novamente.
Tendo consciência que a luta pelos direitos e liberdades dos cidadãos no nosso País será longa e difícil, louvo, na sua pessoa, a intrepidez da OMUNGA ao fazer ouvir a voz dos mais fracos e desfavorecidos por tão justa causa, à qual me associo novamente.
José Dias Amaral (Professor universitário)
02/04/2010
BUUILDING TOGETHER THE WORLD ASSEMBLY OF INHABITANTS
PARA SUBSCREVERES ENTRA EM http://eng.habitants.org/the_urban_way/building_together_the_world_assembly_of_inhabitants%21
Considering:
The drastic situation in the world’s cities:
• The reigning neo-liberal globalization, based on exclusion and social inequality, is the reason for more and more infringements on the right to housing, leaving more than a billion people homeless, or living in disastrous conditions, threatened with eviction, discriminated against by war and victimized by catastrophe, because they are migrants, women, poor, or marginalized people such as the Dalits, the Roms, and the native peoples;
• The UN-Habitat predicts that by 2020, the number of people living under these conditions will have increased by 70%, or more than 1,7 billion worldwide, while urban policies continue to favor the interests of real estate property rather than the interests of the majority, and the governments of poor countries go on paying foreign debts as demanded by the World Bank and the IMF. Therefore, target n.7 of the Millennium Development Goals n. 11 established by the United Nations, which established the improvement of living conditions for 100 million people by 2020, will prove impossible and feckless.
That social maturity is now a reality and that the time has come to make heard the voice, the experience and the policy of the new inhabitants, organized at g-local level:
Every day, new initiatives arise across the globe, born of the social organizations and the networks of inhabitants who are heroically resisting evictions, fighting privatization and the liberalization of the housing sector, squatting empty buildings and vacant lots, and together defending the right to housing;
In the midst of these daily battles, various participatory alternatives are coming from the communities, the neighborhoods, the colonies, and the favelas, which foreshadow not one, but many models destined to become public policies, both urban and rural, and realistic alternatives for lasting human development;
These popular and social experiences are proof of the extraordinary capability and maturity of the social urban movements, which are the modern political equivalent of the old “city builders”, jointly taking part in resolving the various urban and rural dilemmas creatively and effectively;
These movements are diverse in origin, culture, and geography, but share the principle of solidarity, marked by their strong social attachment and the common desire to build another possible world, affirming that other cities are possible.
For these reasons we call for and support the organization of a World Assembly of Inhabitants for 2011.
We recognize its basis in the Charter of Principles of the WSF and the Charter of San Salvador, in the World Assembly of Inhabitants (Mexico, October 2000) and in the World Assembly of Citizens for a solidarity and Responsible World (Lille, October 2001), among others; we base this proposal on the Call to unite the urban social movements, supported by more than 350 organizations in over 40 countries on all continents.
We appeal to all organizations and networks of inhabitants, all cooperatives, tenants unions, community centers, native peoples and committees for the right to housing in all countries, to jointly organize this initiative on all levels (local, regional, national, and global) with the following goals in mind:
To build a common area, both global and of solidarity, for the exchange of experiences, debate, evaluation, methodology and elaboration of proposals based on the recognition of diversity in culture and people, but also of complementarities and balances in respecting our rights, as an International Urban Movement, to organize ourselves in an autonomous manner, to build the “Urban Way”Via Urbana”, and to face different actors (local authorities, governments, transnational powers, professionals, NGOs);
To promote mobilizing initiatives for joint and solidarity action, for the defense of our legal right to housing, to the city, and to habitat.
Let's coordinate our efforts against neo-liberal globalization in order to be able to build together another possible world and other possible cities!
We suggest that you all use the www.habitants.org website and other web resources to communicate and systematize, widely and efficiently each step.
Madrid, June 2nd 2008
First signatories: Vincenzo Simoni (Unione Inquilini), Pedro Franco (Club Habitat), Bartiria Costa da Lima (CONAM), Cristina Almazán (UCISV-Ver), Guillermo Ródriguez Curiel (UCISV-Ver), Cristina Lescano (El Ceibo), Yves Cabannes (DPU), Paul Maquet Maquedonski (CENCA), Cristina Reynals (FEDEVI), Alessio Surian (UPU), Gabriele Francescotto (OPENCONTENT), Maria Cuenca (COPEVI)
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