17/05/2013

MÃOS LIVRES PREOCUPADA COM A DECISÃO DO BRASIL TORNAR SECRETOS OS NEGÓCIOS COM ANGOLA

A Associação Mãos Livres endereçou uma carta de protesto pelo facto do governo do Brasil ter tornado secretos os negócios com Angola.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/documentos-relativos-aos-negocios-do-brasil-com-angola-e-cuba-foram-tornados-secretos-1590663
http://www.africa21digital.com/economia/ver/20031680-governo-brasileiro-classifica-como-qsecretosq-documentos-sobre-financiamentos-a-angola-e-cuba
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ministro-pimentel-torna-secretos-os-financiamentos-para-os-governos-de-cuba-e-angola-e-o-pais-da-comecao-da-verdade/
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1259471-brasil-coloca-sob-sigilo-apoio-financeiro-a-cuba-e-a-angola.shtml
http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2013/04/09/brasil-declara-dados-secretos-sobre-cooperacao-economica-com-cuba-e-angola.htm

EUROPA SE UNE CONTRA A TROIKA: 7 - 9 DE JUNHO EM ATENAS


Por uma Europa democrática, social ecologista e feminista!


Nos próximos dias 7, 8 e 9 de Junho, vão reunir-se, em Atenas, mais de uma centena de movimentos sociais, associações, colectivos e sindicatos de mais de 20 países Europeus, num espaço de debate e mobilização contra o regime de austeridade que está a ser imposto.
Lá, como cá, manifestamo-nos contra este brutal ataque do capital financeiro, a chantagem da dívida e as políticas de  austeridade levadas a cabo na Europa, em particular nos países do Sul,  que só levam ao empobrecimento, à devastação social, à negação da democracia.
Ninguém deve ficar só perante a crise é a palavra de ordem dos movimentos gregos. Porque a Grécia tem sido  particularmente massacrada pela austeridade, mas também porque as lutas travadas pela população têm sido verdadeiros exemplos de resistência, esta cimeira  alternativa vai acontecer lá. A afirmação da solidariedade  é o primeiro passo para a construção de espaços de acção e de mobilização conjunta.
A nossa luta é internacional, nacional e local. É também europeia. É urgente o reforço da nossa capacidade de acção e de uma estratégia comum que inverta a relação de forças face às elites que têm dominado a Europa. Esta cimeira alternativa constituirá um momento importante para fazê-lo.
Debate preparatório no dia 18 de Maio, 17h, no Martim Moniz (lado sul da Praça).

Porque não existem inevitabilidadesMobilizemo-nos!
Antes da Cimeira Alternativa de 7 e 8 de Junho, outra data importante:  1 de Junho – Manifestação Internacional sob o lema “Povos Unidos contra a Troika!” Participa!


Como participar?

* Subscrevendo o apelo e divulgando a iniciativa.
* Porque sabemos que é urgente a afirmação de alternativas, está a ser elaborado um “Manifesto dos Povos” a ser debatido por movimentos sociais em toda Europa. A proposta está disponível no site da cimeira e, em Portugal, será realizado um debate preparatório no dia 18 de Maio, pelas 17h, no Martim Moniz (lado sul da Praça).
* Para participar no processo a nível nacional contacta-nos através do email altersummitcoordpt@gmail.com
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Em Atenas, dias 7 e 8 de Junho, reuniremos em assembleias e encontros sectoriais/temáticos para discutir problemas e estratégias de acção comuns: Situação na Grécia e iniciativas de solidariedade;  feminismos contra a austeridade; dívida, fiscalidade, finança e bancos; ecologia; luta contra a extrema direita, o sexismo e a homophobia; imigração e direitos dos-as imigrantes; emprego e direitos dos-as trabalhadores-as; bens comuns e serviços públicos (saúde, reformas, educação, água...); direitos sociais para todos e todas: contra a pobreza e pelo direito à habitação; democracia, os tratados e a governança económica na Europa; a paz e o papel da Europa no mundo.

Organizações portuguesas que até agora subscreveram o apelo:
ATTAC-Portugal, CGTP-In, Clube Safo, Cultra, Fenprof, Habita, Marcha Mundial das Mulheres Portugal, Panteras Rosa, Precários Inflexíveis, SOS Racismo, SPGL, UMAR.

09/05/2013

POPULARES PREOCUPADOS COM CRITÉRIOS DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRENOS NA PRAIA BEBÉ

A falta de envolvimento dos cidadãoes e a pouca informação disponível, tem vindo a trazer descontentamento nos cidadãos preocupados em terem os seus terrenos para a construção das suas habitações.

A OMUNGA tem vindo a relatar litígios no B.º da Lixeira e Cabaia, no Lobito, Zona da Pedreira e Praia Bebé, na Catumbela.
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Outros assuntos relacionados:


A OMUNGA esteve na Praia Bebé e ouvi alguns moradores. Afinal quem pode e deve desenvolver o processo de autorização, demarcação e atribuição de terrenos? Quais os critérios para o efeito?



COMUNICADO DA OMUNGA SOBRE MUDANÇA DO GOVERNADOR DE BENGUELA



REF.ª: OM/ 052 /2013
Lobito, 09 de Maio de 2013

COMUNICADO
MUDANÇA DE GOVERNADOR DE BENGUELA

A OMUNGA acompanhou pela imprensa, o despacho presidencial que formaliza a mudança de Governador provincial de Benguela, resultando na saída do Sr. Armando da Cruz Neto e da sua substituição pelo Sr. Engº Isaac Maria dos Anjos.

Nesta conformidade, a OMUNGA quer aproveitar esta oportunidade para publicamente reconhecer que Benguela, durante o mandato do então Governador, marcou-se pela diferença positiva, em relação a outras províncias do país no que se refere:

1 – Benguela não viveu o drama do fantasma das grandes demolições e desalojamentos forçados;
2 – Benguela foi exemplo do envolvimento do Governador em diálogo com as comunidades afectadas pelas ameaças das demolições e/ou desalojamentos forçados. Como exemplos temos as comunidades do 27 de Março e da ex Feira do Lobito;
3 – Benguela foi exemplo do envolvimento do Governador no sentido de minimizar os impactos negativos de decisões judiciais de desalojamento, como foi exemplo o famoso prédio 71/A na Restinga em que os moradores só foram desalojados depois do Governo ter construído novas habitações. O mesmo acontece com os moradores do Prédio da Magalhães que aguardam por tais habitações. Ambos no Lobito;
4 – Benguela foi exemplo do envolvimento do Governador no sentido de prevenir impactos negativos de conflitos judicias no referente a despejos e desalojamentos. É exemplo a carta dirigida à Procuradoria junto do Tribunal Provincial do Lobito a solicitar a prévia informação sobre todos os pedidos de despejo ou desalojamento entrados naquele Tribunal;
5 – Benguela foi exemplo do envolvimento do Governador no sentido de se construir o primeiro Bairro Social em Angola para moradores de rua, localizado no ex. Centro 16 de Junho, B.º da Lixeira, Lobito;
6 – Benguela foi exemplo de processos de negociação directa entre comunidades e as entidades públicas e privadas sobre litígios de terra, como exemplo a comunidade da zona da Pedreira, B.º do Luongo, Catumbela, onde houve negociação directa entre a comunidade, administração e PDIC;
7 – Benguela foi exemplo de diálogo aberto entre o Governador e organizações da sociedade civil. Como exemplo foi a abertura dada pelo Governador para manter encontros com a OMUNGA e responder às suas preocupações;

A OMUNGA deixa claro que também denotou aspectos menos positivos mas considera de extrema importância realçar o que de positivo foi feito.

A OMUNGA deseja ao Sr. Armando da Cruz Neto votos de bom trabalho nas novas funções que lhe foram atribuídas. 
Por outro lado, dá as boas vindas ao novo Governador, Sr. Isaac Maria dos Anjos, acreditando que dará continuidade aos processos em curso bem como à concretização das promessas feitas pelo então Governador. 
A OMUNGA acredita que o novo Governador manterá o espírito de abertura, de diálogo e de negociação e assim expressa a sua vontade de continuar a fazer parte desse espaço de comparticipação no processo de desenvolvimento e de democratização. 
José António M. Patrocínio
Coordenador

OMUNGA NA MESA REDONDA DA EMBAIXADA AMERICANA SOBRE SOCIEDADE CIVIL EM ANGOLA


Realizou-se na Embaixada americana em Luanda, nesta terça-feira, 7 de Maio, uma mesa redonda sobre a situação da sociedade civil em Angola. A referida mesa redonda estava inicialmente prevista para ter acontecido a 30 de Abril.

A mesma esteve organizada em 3 momentos. No primeiro, a mesa foi constituída por 4 organizações angolanas, nomeadamente a AJPD, FORDU, Mãos Livres e a OMUNGA que falaram sobre o actual contexto das organizações que se encontram envolvidas em movimentos e acções de Cidadania e de Direitos Humanos.

Num segundo momento, representantes de embaixadas e de organizações internacionais, falaram das relações e papeis actuais no espaço e na intervenção da sociedade civil.

Por último, representantes da ADRA, do CICA e do MOSAIKO, delinearam o seu enquadramento numa perspectiva de organizações que têm conseguido ter uma melhor relação com as instituições públicas. Pelas explanações, pôde-se entender que na realidade as relações entre as organizações da sociedade civil não subservientes aos interesses político-partidários, se caracteriza por momentos razoáveis e menos bons. Ficou claro que o movimento associativo e o direito à associação e à participação ainda vive muitas e sérias limitações.

Por exemplo, o Eng.º Fernando Pacheco (ADRA) mostrou ressentimento pelo facto de que a sua organização com um historial sério de mais de duas décadas não tenha ainda adquirido o estatuto de organização de utilidade pública, já solicitado por várias vezes, quando organizações sem o mesmo perfil nem percurso já o tenham conseguido.











06/05/2013

DELEGAÇÃO DA FIDH OUVIU A COMUNIDADE DO 16 DE JUNHO

Uma delegação da Federação Internacional dos Direitos Humanos esteve de visita em Angola em parceria com a AJPD. Da agenda constou uma deslocação a Benguela. A OMUNGA organizou vários encontros e o encontro com elementos da comunidade do 16 de Junho, Bairro da Lixeira, no Lobito.

Esta comunidade, como resultado de conquista de muita luta, é o exemplo da primeira comunidade de moradores de rua beneficiária de um projecto de habitação social do governo de Angola.

Na madrugada de 30 de Março de 2013, cerca de 20 agentes da Polícia de Intervenção Rápida (PIR), 10 agentes da Polícia de Investigação Criminal, para além da Brigada Canina.

11 jovens foram presos e condenados a prisão e multa. Entre eles consta um adolescente de 14 anos.
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Outros links relacionados:

Acompanhem a visita ao 16 de Junho.

TRABALHADORES DA SHOPRITE EM GREVE NO 1.º DE MAIO

A greve dos trabalhadores do SHOPRITE, continuam em greve. Desesperados com a situação, desabafaram tristezas no 1.º de Maio.

A OMUNGA endereçou uma carta a solicitar uma audiência ao Governador Provincial de Benguela, onde, na agenda proposta, pretende também abordar a situação destes trabalhadores. Aguarda-se resposta para confirmação de data para a audiência.

O Tribunal Provincial do Lobito, começa também a levar o seu tempo para dar desfecho ao processo. Parece a técnica do desgaste. Ninguém decide, mas ninguém intervém!

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Outras matérias - TRABALHADORES DO SHOPRITE CONTINUAM A APELAR PELA NOSSA SOLIDARIEDADE


O desabafo dos trabalhadores contactados pela OMUNGA no 1,º de Maio!



NÃO FAÇO COMPRAS NO SHOPRITE! SOLIDÁRIO COM AS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES, CONTRA OS DESPEDIMENTOS E CONTRA O RACISMO!